domingo, 22 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Vivo open air e os hipódromos

Achei no mínimo curioso o fato dos projetos de Brasília apresentados na última aula terem hipódromos como um dos centros importantes para a socialização.

Vendo o jornal de hoje me deparei com o fato de o Jockey Club de São Paulo começar com o projeto Vivo Open Air, que consiste numa tela gigantesca para exibição de filmes antigos ou lançados recentemente. Esse cinema comporta 1800 pessoas.



Isso me chamou a atenção por ter ouvido a algum tempo que o Jockey Club de São Paulo estava quase falindo, e agora eles começam a dar uma 'nova atividade' a esse espaço antes considerado como 'o espaço' para sociabilização.

Para quem é de SP acho q vale a pena dar uma olhada na programação, vai q interessa:
http://sp.openairbrasil.com.br/programacao/

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Rock Brasília - Era do ouro

Para quem curte, como eu e a Silvana, o rock nacional do Legião Urbana, Aborto Elétrico, Capital Inicial, Plebe Rude...

Esse é o trailer do documentário que passou no Festival de Cinema de Paulínia no ano passado:
http://www.youtube.com/watch?v=PEcvjN7s260
Chama Rock Brasília - Era do ouro.

"Nós não somos do Rio, não somos de São Paulo, não somos dos grandes centros..."

Vale a pena ver como as super quadras de Brasília e o seu modo de vizinhança influenciou na formação dessas bandas, de como eles respondiam à política com suas músicas!

Cinthya Colige

domingo, 8 de abril de 2012

As várias Brasilias

Olá. Aqui vai a bibliografia inicial para o seminério do concurso de Brasilia.
1. http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000271380
Esta dissertação, que acaba de sair em livro pela Alameda Editorial, analisa os projetos "perdedores".
2. O livro do Milton Braga (que a Anne trouxe na aula)  http://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/11373/O-concurso-de-Bras%C3%ADlia-sete-projetos-para-uma-capital.aspx
3. Revista Módulo, número 8, 1957 (publicou diversos projetos)
A partir daí, e só a partir daí o google entra en ação, combinados?
E não custa lembrar que na Unicamp temos o AEL (www.ifch.unicamp.br/ael/), um dos melhor arquivos do país, com todos os jornais da época. Deve ter muita coisa lá. Brasília foi noticiada até.
É isso, meus caros, boa pesquisa para todos. Vai dar um trabalhão, mas vai valer a pena.
bjs, see you tomorrow. Sil

domingo, 1 de abril de 2012

Comissão das Unesco avaliará preservação de Brasília



Pessoal, já que Brasília tem sido um assunto recorrente nas nossas conversas assim que vi a notícia divulgada na revista AU de março, nº216 , lembrei de postar aqui. O texto que saiu na revista está na imagem. O que vou postar a seguir foi retirado direto do site e está mais completo. Chamo a atenção, na imagem, para o mapa onde estão marcadas e listadas algumas das ameaças à capital.

Comissão da Unesco vai reavaliar título de patrimônio mundial de Brasília


Plano-piloto sofre com problemas de especulação imobiliária e invasão de espaços públicos


Mauricio Lima

Joana França
Vista aérea da esplanada dos ministérios e da rodoviária de Brasília
Em março, uma equipe da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) chega a Brasília para avaliar as condições da capital brasileira. Tombada como patrimônio cultural mundial em 1987, Brasília corre o risco de se tornar um patrimônio cultural ameaçado. Dez anos atrás, um grupo da Unesco veio à capital federal com o mesmo objetivo e acabou fazendo 20 exigências para manter o tombamento da cidade.

O plano-piloto desenhado pelo urbanista Lucio Costa vem sofrendo com problemas de invasões de áreas públicas há muito tempo e também com a alteração da volumetria dos edifícios e implantação de empreendimentos em localidades que descaracterizam o plano inicial. Em muitos locais, é possível ver prédios com um pavimento a mais do que o permitido ou edifícios na orla do Lago Paranoá, que deveria ser um espaço público para lazer, e não uma área com prédios residenciais.

Segundo Claudio Villar de Queiroz, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), a cidade sofre com um grande problema de especulação imobiliária que acaba ultrapassando as diretrizes do tombamento e afetando o projeto inicial da cidade. "Existem áreas onde as construtoras se utilizam da outorga onerosa para construir edifícios mais altos ou mais largos, alterando a volumetria prevista pelo projeto do Lucio Costa", disse.

O superintendente do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Distrito Federal (Iphan-DF), Alfredo Gastão, afirma que um dos principais problemas existentes na cidade é a falta de planejamento regional. "Hoje em dia, mais de 70% dos empregos estão concentrados no Plano Piloto. Milhares de pessoas se deslocam de carro diariamente para Brasília, pois não há um sistema de transporte público de massa eficiente. A cidade torna-se um estacionamento gigantesco".

Para Gastão, a manutenção dos principais edifícios da cidade é um dos menores problemas a ser resolvido. "O mais importante aqui não é o edifício que tem de ser pintado de azul ou branco, ou que tem de ser consertado. "É necessário respeitar o plano de Brasília, mas de uma forma que o desenho esteja harmonizado com as necessidades sócio-econômicas da população", disse.

Já o professor da UNB acredita que é necessária a maior fiscalização para que o plano-piloto possa ser mantido. "A fiscalização por parte do governo é muito falha, e a representação da Unesco em Brasília não tem tanta força para tal atividade", disse. Segundo ele, é necessário que haja uma determinação federal para a preservação da cidade. "Imagino, que para a Unesco, a situação do tombamento estará aceitável. Serão feitas algumas recomendações e isso vai causar algum impacto, mas a situação não deve se alterar tanto", disse.

25 anos do tombamento

Em comemoração aos 25 anos de tombamento da cidade, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, instituiu, em janeiro, o "Ano da Valorização de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade". Ao longo do ano, devem ser desenvolvidas ações que valorizem e ajudem a preservar o patrimônio tombado da capital federal.


http://www.piniweb.com.br/construcao/urbanismo/artigo249872-1.asp

sábado, 24 de março de 2012

Eduardo Kneese de Mello

Da série "arquitetos que estudamos pouco".
Vejam que legal.
http://vimeo.com/15582342
Obs. Sabe esse edifício que ele disse ter feito no terreno onde havia um cortiço?
Pois é, essa que vos escreve nasceu lá!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Micrometragem Historicidade

Bom gente,
Esse é um vídeo que fiz para um concurso de micrometragem, que apesar de não ter muito sentido com nossa matéria é muito interessante. Foi feito com a ajuda da profa. Silvana, e acho uma reflexão muito interessante para nós arquitetos, principalmente os moradores de Campinas =D
http://www.youtube.com/watch?v=BQ2rH4PNik8